A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente nacional do PL Mulher, classificou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) como uma “ditadura judicial” durante manifestação realizada no domingo, 7 de setembro de 2025, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Falando por cerca de 15 minutos, Michelle relatou que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília, utiliza tornozeleira eletrônica e, segundo ela, ainda não foi julgado. “Quem era para estar aqui era meu marido, que hoje está amordaçado dentro de casa”, afirmou, às lágrimas.
A ex-primeira-dama disse acreditar em “justiça divina” para reverter a situação e descreveu o momento como de “perseguição e humilhação”. De acordo com ela, “nossas liberdades estão cerceadas”.
Diante de milhares de apoiadores, Michelle pediu que o ministro Alexandre de Moraes, responsável por processos envolvendo o ex-presidente, “se arrependa” e receba perdão divino. Ela acrescentou que está “tendo a liberdade religiosa perseguida” por, segundo afirma, não conseguir realizar cultos domésticos.

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Ao lado do pastor Silas Malafaia, a ex-primeira-dama conduziu a oração do Pai-Nosso e solicitou preces pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e por “presos políticos”. Para encerrar o discurso, reproduziu um áudio antigo de Jair Bolsonaro com o slogan “Deus, pátria, família e liberdade”, esclarecendo que o material foi retirado da internet.
Com informações de Gazeta do Povo





