O Demo Day de verão da Y Combinator, realizado na semana passada, apresentou mais de 160 startups para investidores. Entre elas, nove foram apontadas por diversos fundos como as que despertaram maior disputa por aportes.
Autumn
O que faz: infraestrutura open source que facilita a cobrança via Stripe para empresas de IA.
Por que chamou atenção: já integra centenas de aplicativos de IA, incluindo 40 companhias desta turma da YC, simplificando modelos de preço complexos que misturam assinatura fixa e cobrança por uso.
Dedalus Labs
O que faz: plataforma que automatiza a criação, o deploy e a hospedagem de agentes de IA.
Por que chamou atenção: promete reduzir horas de configuração de infraestrutura a poucos cliques, cuidando de escalabilidade automática e balanceamento de carga.
Design Arena
O que faz: ranqueia, por crowdsourcing, designs gerados por IA.
Por que chamou atenção: cria um ciclo de feedback que ajuda modelos a produzirem imagens melhores; grandes laboratórios de IA já são clientes.
Getasap Asia
O que faz: distribuidora baseada em tecnologia que entrega suprimentos a comércios no Sudeste Asiático em até oito horas.
Por que chamou atenção: fundada há três anos por Raghav Arora, hoje com 17 anos; já faturou milhões e recebeu aporte da General Catalyst, alcançando uma das maiores avaliações da turma.
Keystone
O que faz: utiliza IA para localizar e corrigir bugs em softwares em produção.
Por que chamou atenção: criado pelo engenheiro Pablo Hansen, 20, que recusou proposta de compra de sete dígitos após conquistar clientes como a Lovable.
RealRoots
O que faz: usa IA para aproximar mulheres com perfis compatíveis e organizar experiências presenciais.
Por que chamou atenção: em agosto gerou US$ 782 mil com 9 mil clientes pagantes; a assistente virtual “Lisa” conduz entrevistas para formar grupos de amizade.
Solvas AI
O que faz: automatiza tarefas rotineiras de reguladores de seguros, como preenchimento de sinistros e detecção de pagamentos indevidos.
Por que chamou atenção: em dez semanas alcançou US$ 245 mil em receita recorrente anual, empolgando investidores.
Perseus
O que faz: mini-mísseis antidrone de baixo custo.
Por que chamou atenção: já recebeu convites de diversos ramos das Forças Armadas dos EUA para demonstrações, mirando contratos diante do aumento de enxames de drones chineses.
Pingo
O que faz: tutor de idiomas que permite conversas com uma IA que se comporta como falante nativo.
Por que chamou atenção: cresce 70% ao mês e fatura US$ 250 mil mensais, oferecendo prática oral constante, ponto fraco de apps tradicionais.
As nove empresas destacadas refletem a tendência de soluções voltadas a agentes de IA, infraestrutura de pagamentos, defesa e ferramentas de produtividade que marcaram a edição de 2025.
Palavras-chave: Y Combinator, startups, Demo Day, inteligência artificial, fintech, defesa, distribuição, seguros, idiomas
Com informações de TechCrunch





