O YouTube divulgou nesta terça-feira (16) uma série de recursos que prometem ampliar as oportunidades de ganhos de criadores de conteúdo. As novidades foram apresentadas durante o evento “Made on YouTube” e envolvem desde formatos de patrocínio mais dinâmicos em vídeos longos até a expansão do programa YouTube Shopping para novos mercados, incluindo o Brasil.
Patrocínios substituíveis em vídeos longos
A principal mudança permite que criadores insiram trechos de patrocínio em espaços “trocáveis” de vídeos de maior duração. Quando o contrato com uma marca terminar, o criador poderá remover o segmento e vender o mesmo espaço para outro anunciante. A ferramenta será testada com um grupo restrito de criadores no início de 2026.
Marcação de produtos com inteligência artificial
A plataforma introduziu ainda um sistema que usa IA para identificar o momento exato em que um produto é citado e exibir a etiqueta correspondente automaticamente. Outro teste, previsto para este ano, visa reconhecer e marcar todos os itens elegíveis mencionados no vídeo sem intervenção manual.
Links de marca em Shorts
Para os criadores de Shorts, será possível adicionar um link direto para o site da marca parceira, facilitando a compra de produtos pelo espectador e oferecendo novas métricas de tráfego aos anunciantes.
Conexão entre marcas e criadores
O YouTube informou que, em breve, passará a sugerir automaticamente criadores adequados às empresas no Creator Partnerships Hub, área do Google Ads destinada a aproximar marcas e influenciadores.
Expansão do YouTube Shopping
O programa YouTube Shopping chegará a mais criadores e países, entre eles o Brasil. Nos Estados Unidos, serão adicionados varejistas como Nike, Etsy, Best Buy, Shark Ninja, Michaels e Michael Kors; na Coreia do Sul, entram Olive Young e ZigZag. Segundo a empresa, o volume bruto de mercadorias (GMV) do serviço cresceu cinco vezes em um ano e mais de 500 mil criadores aderiram à iniciativa até julho de 2025.
O YouTube também declarou ter repassado mais de US$ 100 bilhões a criadores, artistas e empresas de mídia nos últimos quatro anos.
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Com informações de TechCrunch





