Uma megaoperação contra o crime organizado no Rio de Janeiro elevou a aprovação do governador Cláudio Castro ao maior nível em três anos e abriu um embate político antecipado com o presidente Lula a dois anos da eleição de 2026.
Disputa nas redes após a operação
Nos quatro dias que sucederam a ação policial, o governo federal investiu R$ 454 mil em anúncios nas redes sociais. O gasto foi interpretado como reação direta ao crescimento da popularidade de Castro após a ofensiva contra facções criminosas.
Judiciário em evidência
No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes receberá medalha de honra, mesma condecoração destinada ao ex-ministro José Dirceu. A Defensoria Pública da União pediu ao STF que rejeite denúncia apresentada contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro. Já o Ministério Público Federal denunciou um advogado que chamou Lula de “ex-presidiário” nas redes sociais. Em paralelo, um ministro militar criticou a presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, pelo pedido de perdão às vítimas da ditadura.
Projetos do governo e cenário internacional
O Planalto pretende usar recursos de estatais, via Lei Rouanet, para revitalizar a Praça dos Três Poderes. Na política externa, analistas apontaram “zero chance” de Lula intermediar um acordo de paz na Venezuela.
Rearranjos partidários e economia
O PSDB costura um reposicionamento do campo de centro ao dialogar com Ciro Gomes e Michel Temer para a disputa presidencial. Na esfera econômica, discute-se a criação de um “supertribunal” para a reforma tributária, estrutura que poderia acelerar julgamentos, mas também encarecer o acesso à Justiça.

Imagem: perdir perdão às vítimas da ditadura
As movimentações intensificam a pré-campanha de 2026, tendo a segurança pública fluminense como principal catalisador do confronto entre estado e União.
Palavras-chave: Cláudio Castro, Lula, segurança pública, Rio de Janeiro, megaoperação, 2026, Alexandre de Moraes, José Dirceu, PSDB, reforma tributária
Com informações de Gazeta do Povo





